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Desenvolver um projeto micronacional sólido, estruturado
e internacionalmente reconhecido, alinhado ao micronacionalismo verdadeiro e sério; |
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Pretender à condição de micronação-símbolo, como
porto seguro para o resgate da história e das tradições da Lusofonia; |
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Estabelecer fio condutor de legitimidade cultural com o
Estado de Porto Claro (1992-2002), que teve em Pedro Aguiar o seu maior líder e
inspirador; |
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Adotar a corrente REALISTA da micropatriologia, rejeitando
os virtualismos; |
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Adotar a concepção territorial realista, que define
território micronacional por sites, listas, domínios, wikis, nings, orkuts e demais
espaços virtuais (porém reais); |
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Rejeitar solenemente o paplismo, reclamações de
territórios fictícios e factóides; |
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Adotar como regiões vinculadas -- PIRRAINES, NOUVELLE
ROUEN e DANIELLE -- na forma de subterritórios virtuais, com sites, listas etc próprias;
e identidades culturais a desenvolver-se em paralelo à construção do Estado de Porto
Claro Oriental; |
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Reconhecer formalmente a existência da República
Aristocrática de Porto Claro Ocidental, estabelecer o intento de conviver e colaborar
concretamente com ela em todos os âmbitos; |
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Preservar e fortalecer a memória do Estado de Porto Claro
e da contribuição de Pedro Aguiar ao micronacionalismo como um todo; |
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Resgatar a história e a cultura da Lusofonia, servindo
como pólo intelectual para o estudo da micropatriologia, historiografia, geografia,
antropologia e sociologia das micronações; |
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Lançar o site do Estado de Porto Claro Oriental e abrir a
sua lista de mensagens à discussão; |
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Prover o site com formulário de imigração e abrir as
fronteiras a todo o tipo de micronacionalista interessado em contribuir com o projeto; |
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Organizar Assembléia Geral para definir a primeira
Constituição do Estado de Porto Claro Oriental. |