Desastrosa Passsagem

O Presidente do Egrégio Conselho Imperial de Estado, Luiz Azambuja, considerado pelo Conselheiro Bruno Cava como "o pior Presidente do ECIE de todos os tempos", tem estado muito "esquecido".

Primeiro, o Presidente "esqueceu" de encerrar a enquete de uma Moção aonde o mesmo pleitea o afastamento do Capitão Mor da Guarda Imperial, Gerson França, infringindo o prazo regimental do ECIE (tal enquete deveria ter sido encerrada no dia 28 de outubro de 2006).

Depois, o Presidente "esqueceu" da Ordenação Gloriosa Interventiva decretada pelo Imperador Cláudio de Castro, que determinava à Presidência a realização das eleições para a escolha do próximo Presidente do Egrégio (o prazo para o término das eleições expirou no dia 10 de novembro de 2006).

Quais os motivos de tanto "esquecimento"?

No primeiro caso citado, parece estar claro que o motivo do não fechamento da enquete foi a flagorosa derrota que o Presidente Azambuja sofreu no Plenário do ECIE. Dos 8 Conselheiros que votaram, 6 rejeitaram a Moção, 1 se absteve, e apenas um Conselheiro votou pela aprovação: o próprio Conselheiro Azambuja. Estaria o Conselheiro Azambuja tentando reverter o resultado, através de coersão, mesmo após o fim do prazo regimental?

No segundo caso, parece que o "esquecimento" das eleições para a Presidência do ECIE foram também nada louváveis: permanecer o maior tempo possível na Presidência do Egrégio. Tal fato, porém, é grave, pois é um delito regimental e, mesmo, criminal: o Presidente Azambuja descumpriu uma Ordenação Gloriosa decretada pelo próprio Imperador, o que implica em detenção e, inclusive, em destituição do cargo de Conselheiro. Estaria o Conselheiro Azambuja intencionado em continuar o maior tempo possível a frente do ECIE para continuar exercendo a Presidência em proveito próprio?

Fica clara que a passagem de Luiz Azambuja pela Presidência do Egrégio foi uma das mais desastrosas da história da mais antiga Casa Legislativa da Lusofonia. Usando o cargo em benefício próprio, Azambuja quis fazer valer vinganças pessoais e, pior, usa o cargo para poder descumprir as leis do Império, beneficiado pela imunidade parlamentar. Ao que parece, o Conselheiro Cava tem toda razão.

Gerson França