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[Quinta-feira, Novembro 30, 2006] Reunião tem novo PGIThomas Müller, também presidente do Egrégio Conselho Imperial, foi nomeado ontem como novo Procurador-Geral do Império (PGI), substituindo Jorge Adamatti.O cargo é considerador de "alta rotatividade" no Império, já que poucos aguentam a pressão que seu ocupante sofre, de diversos setores, fator que certamente Müller irá experimentar em breve. Em três meses no cargo Adamatti fez apenas duas denúncias, e uma delas bastante contestada pela acusação de motivação política - o denunciado, Luiz Azambuja seria adversário do Procurador. Fontes deste blog dizem que as mudanças no Judiciário não devem se limitar a troca do titular na Procuradoria. Saboya está de voltaLuiz Saboya foi, mais uma vez, recebido em Reunião como súdito do Imperador Claudio, na esteira de um tratado de anexação firmado entre Ludônia, onde era Imperador, e o Sacro Império. Graças ao tratado, Saboya deverá ganha o título de Grão-Duque de Ludônia.Um dos mais antigos micronacionalistas na ativa na Lusofonia, Saboya já entrou e saiu do país diversas vezes, sempre de forma intercalada com nova tentativa de recriar sua micronação, o que motivou críticas sobre quanto tempo permanecerá no país desta vez em alguns cidadãos - Saboya garante que que são críticas infundadas. Sua última passagem pelo Império ocorreu no segundo semestre de 2005, tendo saído para unir Ludônia à extinta CRU. Na ocasião, Saboya acabou sendo alvo da moção de banimento do Egrégio Conselho Imperial, tendo sido perdoado pelo Imperador no começo de 2006. Antigo membro do PSD - tendo inclusive sido Qualícato pelo partido ano passado - Saboya informou em entrevista à Radio Reunião que pretende ficar fora da política por enquanto. Começa a corrida ao MagistralConfirmada a vitória do PIGD nas eleições legislativas - os números estão abaixo - começam as especulações sobre quem serão os candidatos a Premier e como será a política de alianças.PIGD, com 15 votos na eleição, deve ficar com 5 das 12 cadeiras; o PacSo fica com 4 cadeiras, graças aos 13 votos recebidos. O PSD ficará com as 3 cadeiras restantes, proporcionais aos 11 votos que ganhou. Portanto, a escolha do Premier dependerá de acordo entre pelo menos dois partidos, em qualquer combinação. Uma aliança entre PIGD e PacSo pode ser descartada, já que ambos os partidos já têm nome certo para a disputa: José Vidigal pelos pigdnianos e Carlos Fraga pelos pacsistas. Assim, caberia ao PSD escolher um lado e fazer a balança pender. E, segundo informações que chegaram ao Lusophonia, o PIGD e o PSD teriam um acordo para a escolha do Diretor da APQ, o que talvez indique um acerto também para o Magistral. Não esquecendo que não há Questão Fechada na votação, o que abre a possibilidade de que membros de um partido não votem no próprio candidato. [Terça-feira, Novembro 28, 2006] Novembro em outros anosEm novembro de 2004 tomava posse a última APQ escolhida pelo voto nominal. De lá para cá, a votação foi apenas na legenda. O PIGD foi o partido mais votado, recebendo mais de 35% dos votos, mas como havia lançado só três candidatos, ficou com três cadeiras, mesmo número do PacSo, escolha de pouco mais de 24% dos eleitores.Esses foram os eleitos, pela ordem de votação: Leonardo Oliveira PIGD Felipe Santarelli PIGD Rebeca Kataoka PIGD Marcelo Modesto MICROSOC Bruno Massera PACSO Fernand Von Rainer PACSO Gustavo Pereira PACSO Denise Licia Boni MICROSOC Daniel Bojczuk ARENA Rodini Netto ARENA Apenas três nomes estão concorrendo novamente nas eleições de 2006.2: Daniel, Denise e Rodini. Curiosamente, todos agora estão em partidos distintos. Daniel no PIGD, Denise no PSD e Rodini no PacSo. Em novembro de 1997 era criado o Principado de Orange, hoje República. O país nasceu de um grupo de 15 portoclarenses, se tornando a primeira lusófona nascida de uma "secessão" e de criação coletiva. O Lusophonia dá os parabéns a Orange, mesmo atrasados, pelos seus nove anos de vida. Eleições: ARN divulga parcialA Agência Reuniana de Notícias divulgou resultado parcial das eleições para o Legislativo, que se iniciaram na última sexta, dia 24, e prosseguem até amanhã, dia 29.Dos 42 inscritos, 35 já votaram e a parcial mostra um equilíbrio entre os três partidos. A ARN se diz surpresa com o desempenho do PSD, empatado com o PacSo com 11 votos. Na liderança vai o PIGD, com 13. Ao contrário da agência oficial, o Lusophonia acha que o desempenho do PSD (assim como de todos os partidos) está dentro do esperado. O que poderá influenciar o resultado final será a ausência de algum desses sete últimos eleitores na votação. Caso se confirme a vitória do PIGD, os conservadores retomarão o posto de partido mais votado, posição perdida para o PacSo nas duas últimas eleições. Mas tudo indica que a escolha do novo Premier, seja ele quem for, só sairá com base numa aliança entre pelo menos dois partidos. [Quinta-feira, Novembro 23, 2006] Definida lista de eleitores reuniãos; votação começa amanhãOntem, o Moderador homologou a lista de eleitores cadastrados para participar da eleição 2006.2, que escolherá a nova Assembléia de Qualícatos.São 42 nomes, um número que ainda impressiona na Lusofonia, mas é um total inferior às eleições anteriores - no começo do ano, na última eleição realizada, eram 67 reuniãos aptos a votar. O critério de ter enviado mensagem nos últimos meses para poder se cadastar, estabelecido pelo então Lorde Protetor André Giserman, impediu que inativos históricos reaparecessem apenas para votar, como costumava ser praxe. Mas esse critério sozinho não reduziria tanto o número de eleitores se o país não tivesse passado por graves crises entre maio e setembro. A verdade é que ainda estamos nos recuperando do golpe sofrido, que só perde em gravidade pela "Idade Média" que passamos em 2003. Mesmo menor, as eleições irão acontecer e agora é esse o fato de destaque. Amanhã a votação se inicia e prossegue até a próxima quarta-feira. A expectativa é termos uma APQ bem dividida entre os 3 partidos que concorrem (PacSo, PIGD e PSD), o que levaria a escolha do Premier a depender de coligações e apoios após a eleição. Vamos esperar e conferir. [Quarta-feira, Novembro 22, 2006] Enquete de votação do Egrégio foi apagadaTarefa espinhosa aguarda o novo presidente do Egrégio Conselho, nesse início de mandato: esta semana, o Conselheiro Gerson França acusou o ex-Presidente da Casa, Luiz Azambuja, de ter apagado uma enquete de votação da lista do YahooGrupos.Segundo Gerson, a enquete não havia sido formalmente finalizada, apesar do prazo de votação ter se encerrado ainda em outubro. Afirma, ainda, que se tratava da votação da moção de desconfiança proposta pelo próprio então Presidente Azambuja contra ele, Gerson, para destituí-lo do cargo de Comandante da Guarda Imperial. O Presidente do ECIE enviou para o plenário o registro da lista que indica ter a enquete sido mesmo apagada, pelo login do Conselheiro Azambuja. Em sua primeira mensagem após a acusação, Azambuja alegou que não poderia ser aberta uma moção de desconfiança contra si pela alegação de ter apagado a enquete e que o pedido de moção, feito pelo Conselheiro Alexandre Carvalho, era uma manobra política. Porém, é sabido que o Egrégio já votou moções contra desembargadores, procuradores, contra presidentes da própria Casa e contra conselheiros. Pode-se até alegar que os Conselheiros não têm poder de destituir um de seus pares, e que apenas recomendam ao Imperador que tome tal atitude, mas a moção, tecnicamente, é válida. Cabe ao plenário julgar seu mérito. [Terça-feira, Novembro 21, 2006] Müller é o novo presidente do EgrégioComo adiantado aqui na sexta-feira, o apoio dos dois Conselheiros do PSD ao candidato do PIGD, Thomas Müller, definiu a escolha do novo Presidente do Egrégio Conselho Imperial.Müller venceu com 7 votos, contra 5 dados ao candidato do PacSo Alexandre Carvalho. Ontem mesmo, logo após a enquete ser sido fechada, o Moderador empossou o novo Presidente, determinando que já na próxima sessão do Conselho seja aberta votação para Primeiro-Secretário. [Sábado, Novembro 18, 2006] Uma história recente dos partidos políticosHavia 5 partidos quando cheguei ao Sacro Império de Reunião, em 23/03/2004. PIGD e PACSO eram as grandes vedetes da época. O primeiro, vez por outra recebia o apoio do PSD de Renan Saifal, partido onde comecei minha vida política. Já o PACSO, recebia o apoio incondicional do MICROSOC, de Raphael Garcia. Havia ainda a UNIDA, um incógnita, que viria a se comprovar posteriormente.Mas o grande da época era o PACSO, que levava ao poder, por duas vezes, o premier André Giserman, um dos melhores da história. Mas Giserman não terminou seu segundo mandato, que caiu no colo de Douglas Klabunde, do PSD. Klabunde fez o que pode e conduziu com tranquilidade até as eleições que levariam ao poder (apenas no papel), O PIGD, com a eleição de Leonardo Oliveira. Começava ai um martírio para um rapaz, pacsistas, chamado Rodrigo Thedin. A eleição de Oliveira foi decidida por mim, já na ARENA, pois o pleito estava empatado e na época, acreditei que o candidato do PIGD seria o melhor para o país, estava errado. 20 dias depois de eleito, era destituído do cargo por inatividade. Com o fracasso do pigdiano Oliveira, tudo indicava o retorno do Pacso, até quando Alexandre Carvalho resolveu disputar o magistral, contra Rodrigo Thedin. Resultado: Carvalho passou 103 dias no Magistral. A ARENA voltava de forma "magistral", 5 anos depois, à chefia do poder executivo. O governo do arenista fora muito criticado, até passarem por lá Marina Melillo (PACSO) e Bernardo Alcalde (MICROSOC). Sim, o MICROSOC chegou ao poder depois de tanto ficar "por baixo" em relação ao Pacso, mas não deu conta do recado. O governo Alcalde terminou ficando na mão de Fernando von Rainer (que já foi Frienderburg, e hoje e De´Machiavelli em Siena) com status de super ministro. Apesar do fracasso do governo microsocialista, eles emplacam Charles Goldstein, que tinha excelente perfil para o cargo, mas ficou até seu plano de governo ser reprovado na APQ. O plano era ruim? Não, ruins eram os qualícatos, que levaram a APQ ao estado vegetativo em que se encontra atualmente. A situação ficou tão caótica que à época, só um nome poderia "fazer uma faxina" no palácio Magistral: Alexandre Carvalho. Ficou pro-tempore até ser eleito de novo pelo voto popular, indiretamente. Desta vez, Carvalho ficou 70 dias no poder, e em um feriado prolongado, sofreu um golpe, que partiu de onde menos se esperava, do Palácio Imperial de Saint Denis. Para o lugar de Carvalho, Filipe Sales. Essa história, eu não preciso contar. Até hoje há consequência desta "brilhante" intervenção do Moderador. De lá pra cá, as idas de Carvalho a Saint Denis são bem discretas, visitas ao Palácio Imperial então, fora de cogitação. Acredita-se que com o retorno de Filipe Oliveira ao Poder Moderador, Carvalho volte a frequentar Saint Denis, mas o ex-premier evita tocar no assunto. Só vai a Saint Denis de terça a quinta para marcar presença no ECIE. Os outros dias está entre Tremblet e Santa Rosa. Mas como está história fala de partidos políticos, temos a dizer que a UNIDA, depois de inúmeros "papelões" (ainda bem que o Wernik não estava aqui para ver) se rendeu ao PIGD, seguido de perto pelo não menos vergonhoso PSD (quando Saifal e Klabunde estavam as coisas eram diferentes). ARENA e MICROSOC acabaram por conta dos AI´s de Sales, e não se sabe ainda se voltarão ao cenário político. Surpreendentemente, eis que surge o PSD. Mas que cara terá esse novo-velho partido. Segundo seu re-fundador, Rodrigo Rocha, o PSD será o que sempre foi: "uma alternativa inteligente entre esquerdas e direitas". Pessoalmente eu dou aqui meu voto de confiança a Rodrigo Rocha. Se depender dele, o PSD será um grande partido. Infelizmente, ao dar uma passada pela lista de seus correligionários, tenho severas dúvidas sobre minha afirmação. Acredito que a necessidade fez com que Rocha abrisse às portas àqueles que não conseguiram se firmar, nem politicamente e nem pessoalmente no PIGD e no PACSO, o que faz do PSD um partido de "degredados. Resta saber se a liderança de Rocha poderá sobrepor ao fraco desempenho micronacional de alguns de seus correligionários, que mais parecem Jajá´s perambulando pelo micromundo. Estão aqui hoje, amanhã estão ali, hoje sai por um problema particular, estranhamente resolvem o problema e voltam, depois saem de novo, voltam de novo, falta tempo macro, falta tempo micro, e nessa, nunca fizeram nada. Mas são nobres. Eu, pessoalmente, torço para e pelo crescimento do PSD. Boa sorte, Rocha! [Sexta-feira, Novembro 17, 2006] Artigo: Desastrosa PassagemGerson França faz sua estréia em nossa seção de artigos, comentando a passagem de Luiz Azambuja pela presidência do ECIE.Clique para ler Resumo da semanaImaginava que teria dificuldades de atualizar o blog esta semana, mas as coisas foram ainda piores, graças ao feriado na quarta, que atrapalhou ainda mais a rotina.Ainda me readaptando ao Anexo Oeste (a área do Palácio Imperial onde fica o gabinete do Lorde Protetor) e cuidando das eleições para a APQ, acabei não postando nada por aqui e por isso me desculpo com algum leitor que ainda esteja por aí, insistindo em ver se a página tem coisa nova. Um pequeno resumo dos fatos mais relevantes desta boa semana em Reunião, onde o país voltou a ter a cara que costumamos conhecer: atividade diversificada, uma ou outra briga, movimentação política e o melhor do micronacionalismo lusófono. - Lançado Portal Micropatriologia Carlos Goldstein está por trás desse evento de peso: um portal dedicado a debates e ao estudo do micronacionalismo. Além de um blog próprio, a página conta com uma seção de artigos (que funciona como uma biblioteca sobre temas relacionados ao portal), irá publicar uma revista regularmente e também disponibliza livros em PDF, de membros da equipe. O projeto conta também com o auxílio de Bruno Cava, Filipe Sales, Bruno Crasnek e - espero - também com o subscritor desta. Clique, a visita é obrigatória a todo bom micronacionalista. - PSD é refundado Quando todos esperavam que a IN se tornasse um partido, eis que foi o PSD quem se desligou do PIGD e voltou a caminhar sozinho. "Engolido" no começo do ano pelo Partido Imperial, o PSD sempre teve fiéis e saudosos membros, que agora aproveitaram o fim oficial do bipartidarismo. Assinaram o pedido de fundação nove cidadãos, entre eles o Desembargador Imperial Diego Caldo, que é impedido de se filiar, o que causou alguma polêmica. Foi esclarecido que sua filiação é apenas honorária. A inclusão de Caldo na lista soou como prenúncio de intenção de se desligar do judiciário. - Recadastramento eleitoral e lista de candidatos O recadastramento de eleitores para a votação deve seguir durante o fim de semana. Já as listas de candidatos de cada partido já estão fechadas desde às 13 horas de hoje. OG do Moderador já homologou o recebimento de todas as três: PIGD, PacSo e PSD. - Presidência do ECIE Iniciada e praticamente encerrada a escolha do novo presidente do ECIE. Os candidatos são Alexandre Carvalho pelo PacSo e Thomas Müller pelo PIGD. Pelo que foi apurado, a chegada do PSD também ao Conselho deve mudar o equilíbrio de forças a favor do PIGD. Há dois sociais-democratas entre os Conselheiros: Flavio Von Rainer e Felipe Santarelli. [Sexta-feira, Novembro 10, 2006] De novo LPNão vou falar de mim mesmo na terceira pessoa. Tampouco poderia ignorar a nomeação de um novo Lorde Protetor em Reunião como fato de relevância jornalística.Portanto, fica o registro de ter sido, pela terceira vez, nomeado para o cargo. Logicamente é com alegria que assumo, pois senão sequer aceitaria. Mas é desagradável substituir André Giserman, que saiu cedo demais e de uma hora para outra. Para a primeira razão não havia remédio: atividades macro o impediriam de permanecer muito mais tempo. Mas acabou que a transição programada para ele sair não ocorreu. Fim do bipartidarismo, eleições, gabinete...muita coisa acontecendo, muita coisa a ser feita. Mas este blog continua normalmente e agora com um novo colaborador: Bruno Cava, micropatriólogo que dispensa apresentações. [Quinta-feira, Novembro 09, 2006] Reunião está sem LPDesde ontem Reunião está sem Lorde Protetor, após o anúncio de André Giserman de que se desligava do cargo. Sua demissão foi aceita pouco depois pelo Imperador Claudio.Em sua nota, Giserman diz sair do cargo "com algum aprendizado e muitas frustrações", revelando um tom amargo de despedida. Conforme rumores que circularam no país ontem, o LP e o Imperador discordavam da forma como seria conduzido o processo eleitoral, que voltara para a responsabilidade do Moderador na terça-feira. Diante do impasse, Giserman optou por deixar o cargo. [Quarta-feira, Novembro 08, 2006] PIGD, mais problemasFontes do Lusophonia informaram que o Presidente do PIGD, Eduardo Lagrenge, novamente renunciou ao cargo, agora pouco. Além de sair da presidência, Lagrenge também anunciou sua saída do partido.Segundo foi dito a este Blog, Lagrenge estaria irritado com a indefinição sobre sua volta ao cargo, já que em um primeiro momento o partido recusara sua renúncia e o aceitara como presidente. Porém, como informado antes, parte do PIGD estaria agora retirando o apoio inicialmente dado.
Caso se confirme a saída de Lagrenge e Müller, respectivamente presidente e vice do PIGD, o partido terá que realizar novas eleições internas. Mas nada garante que a novela acabe por aí. ATUALIZAÇÃO às 18h30: Lagrenge enviou mensagem ao Plenário do ECIE confirmando sua saída do PIGD e alegando que sofreu um "ataque terrorista" em seu computador, por parte de membros do grupo reunião Imperial Nacionalismo. Direita cada vez mais forte e unidaMesmo depois de Eduardo Lagrenge afirmar que continuava Presidente do PIGD, as coisas acalmaram no partido conservador. Pouco depois da mensagem de Lagrenge, enviada ontem à noite ao Chandon, um comunicado encabeçado por Gerson França anunciava a posse de Thomas Müller como novo presidente do partido.A mensagem foi subscrita por outros seis pigdnianos, além de Gerson, mas um deles já nega ter concordado com seus termos: Francisco Vidigal, em comentário no blog Massa e Poder, diz que "o Sr. Gerson França utilizou meu nome sem qualquer autorização nesta mensagem e em todas do gênero". Para completar a salada, Müller enviou uma mensagem ao Plenário do ECIE anunciando que saira do PIGD e que, portanto, não poderia continuar membro do Conselho Imperial. Só nos resta esperar e conferir os próximos capítulos. [Terça-feira, Novembro 07, 2006] Novo visualO Lusophonia estréia hoje seu novo layout, cortesia da Duquesa Marina Melillo de Sanchez Aratanha, a quem agradecemos pela enorme boa-vontade e pelo talento.LP fará as eleições em ReuniãoMal surgiram os primeiros protestos pela demora no processo eleitoral e uma Ordenação Gloriosa, de uma só vez, tirou a incumbência de fazer a eleição das mãos do Desembargador Eleitoral Eduard Lagrenge (nomeado com essa finalidae) e a transferiou para o Lorde Protetor André Giserman.A OGI que tratou das eleições inovou ao dar plenos poderes ao Lorde Protetor, que irá guiar o processo eleitoral via Edito - espécie de Portaria exclusiva do LP. E foi via Edito que Giserman já anunciou o calendário eleitoral, que prevê o começo da votação para 24 de novembro e a posse dos Qualícatos no dia 1º de dezembro. Correndo tudo bem, teremos um Premier antes do Natal, portanto. Confira as datas do detalhado calendário eleitoral do LP: - Recadastramento eleitoral: 08 a 15 de novembro. - Apresentação das listas partidárias de candidatos: 08 a 15 de novembro. - Homologação das lista de eleitores e candidatos: 16 a 18 de novembro. - Prazo para impugnação de ambas as listas: 19 a 21 de novembro. - Divulgação das decisões sobre impugnações: 22 de novembro. - Campanha eleitoral: 16 a 23 de novembro. - Votação: 24 a 30 de novembro. - Posse dos qualícatos eleitos: 1º de dezembro. "Direita forte e unida"Difícil foi apenas distinguir o que era fumaça e o que era fogo na crise de hoje, envolvendo o PIGD. Entre renúncias e arrependimentos, entre anúncios de desfiliação e retornos e entre boatos de planos para um novo partido, ou de mais de um novo partido, restou a certeza de que há uma divisão interna forte entre os conservadores.No fim do dia ainda resta a dúvida se o presidente do partido é Eduardo Lagrenge - que teria renunciado ao cargo e depois voltado atrás - ou Thomas Muller, que era o vice e assumiria com a renúncia do titular. Mas se sabe que o estopim do problema (e do racha interno) é o pedido de filiação ao partido de Rodrigo Rocha. Mais que outra prova do quanto o bipartidarismo seria prejudicial, a crise pigdniana mostra que, enquanto os partidos não se basearem em projetos micronacionais concretos, eles serão sempre clubes de amigos. [Segunda-feira, Novembro 06, 2006] Faltou tatoO Poder Moderador enviou Ordenação Gloriosa Interventiva (OGI) na última sexta-feira, dia 03, vedando qualquer mudança na divisão administrativa do país, visando especialmente proibir a volta dos Vice-Reinos de Mariana e Mauritius. A íntegra pode ser lida aqui. A OGI se mostrou igualmente desnecessária e agressiva, tendo conseguido a "proeza" de errar no momento, no propósito e na forma com que tratou do assunto. Por que fazer a OGI agora? Não havia nada concreto sendo discutido no ECIE sobre isso. E é contraditório que há pouco mais de um mês outra OG tenha dado ao Conselho a tarefa de discutir a abortada reforma geográfica do AI-2 e, agora, se diga que nem Conselheiros e nem Qualícatos poderão mais tratar do assunto. A única coisa que a OGI eliminou foi uma saudável e ainda nascente movimentação da sociedade, via Chandon, em prol do Vice-Reino de Mauritius. Ou seja, a Coroa eliminou uma atividade legal e positiva, enquanto continua elogiando os que criam atividade inútil. Por que fazer via OGI? A Ordenação começa dizendo que em breve será feito um Decreto Imperial tratando da mesma matéria. Como dito acima, não havia urgência alguma em resolver o assunto, pois não há projetos sendo discutidos no ECIE sobre os VRs. Legislar por OG é sempre um erro. Por ordenação interventiva e sem se tratar de uma emergência é algo ainda mais grave. Decretos Imperiais possuem uma enorme respeitabilidade e por isso são o meio ideal de lidar com questões polêmicas. Fazer por Ordenação dá a nítida impressão de necessidade de mostrar força e de impor ao país algo que muitos não querem. E com isso, chegamos na terceira pergunta: Por que fazer? Se alguns querem mas a Coroa não, o melhor seria deixar o assunto chegar verdadeiramente a ser debatido no ECIE e lá, democraticamente, derrubar a medida. Haveria mais debates, haveria a oportunidade do Moderador explicar o que pensa sobre a matéria. Ou será que o Moderador temia não conseguir convencer 7 dos 12 Conselheiros? Como muito bem dito por Rodrigo Rocha, no Oráculo do dia 04/11, é um erro olhar Mariana e Mauritius da mesma forma, já que são casos bem distintos, em todos os sentidos. Por causa da existência dessa clara diferença e pela forma como o assunto foi tratado, este blog espera que a OGI seja revogada posteriormente e a questão seja debatida pelas vias normais e democráticas: no Legislativo.
Reunião também lança PodCastAnunciada nesta madrugada a criação de uma nova agência de notícias - grupo Massa e Poder, que se contará com a colaboração da ARN, deste blog e do Reunion Times de Filipe Sales. A intenção é disponibilizar as notícias via RSS e por áudio, diariamente.É com alegria que estamos vendo, após cerca de um mês em que publicamos um artigo justamente criticando a falta de novas iniciativas, o surgimento de podcasts em três países (a FIA também seu o seu) e da nossa Wiki. Leiam e ouçam: Massa e Poder e Lima PodCast (FIA) Estamos em Porto ClaroEste blog agora acompanha também a lista de Porto Claro, onde acabamos de ser aceitos com visto de trabalho por 90 dias.Além da inegável importância de PC na Lusofonia, nossa intenção ao pedir o visto foi ver de perto o bom momento que vive o país atualmente, principalmente após o início do atual governo. [Domingo, Novembro 05, 2006] Quantos são os reuniãos que irão às urnasConforme anunciado anteriormente, o Lusophonia encomendou ao IIRDE (Instituto Indepedente Reunião de Dados e Estatística) de propriedade das Organizações Labareda, de Alexandre Carvalho, um estudo sobre quantos e quem são os reuniãos que poderão estar aptos a votar nas próximas eleições.Segundo técnicos do IIRDE, o estudo usou como base o mês de Outubro que alcançou 1209 mensagens (11% menor que a média do ano), e criou alguns critérios próprios para elencar quem são os ativos, os semi-ativos e os participantes. Para o presidente das Organizações Labareda, Alexandre Carvalho, "ao se utilizar as mensagens como método para se medir a atividade, é necessário criar critérios para dizer o porquê de se classificar como ativos, semi-ativos e participantes. A diferença de inscritos para a soma desses três grupos, serão os inativos". Os critérios adotados foram os seguintes: a) será considerado ativo todo aquele que encaminhar durante o mês de outubro, 31 mensagens ou mais (1 mensagem/dia); b) será considerado semi- ativo todo aquele que encaminhou 16 mensagens (metade dos dias do mês) até o número exato de 30 mensagens; c) será considerado participante aquele que enviou de 1 até 15 mensagens e d) a quantidade total de inscritos em Chandon menos a soma dos três grupos citados acima serão denominados inativos/estrangeiros. Atualmente chandon possui 152 inscritos, dos quais 100 foram considerados inativos/estrangeiros. A atividade de outubro contou com a presença de 52 inscritos, sendo 17 ativos, 11 semi-ativos e 24 participantes, segundo os critérios do IIRDE. Os ativos respondem por 71% da atividade em outubro. Com os números apresentados pelo IIRDE, caem por terra os argumentos atribuídos ao Poder Moderador Imperial de que não há eleições por conta dos "poucos votos", já que é difícil encontrar alguma micronação que tenha este portfolio. Que venham as eleições!!! [Sexta-feira, Novembro 03, 2006] Senado de PC republicou Lei do Estrangeiro ResidentePublicamos aqui, no dia 27, a notícia da aprovação de uma lei em Porto Claro que cria a figura do estrangeiro residente no país. Agora, lendo a agência de notícias oficial portoclarense, tivemos conhecimento de que a lei publicada não era a versão aprovada, o que levou a sua republicação dias depois.A versão correta elimina, justamente, os dois incisos que este Blog criticou, por entender que eram critérios muito subjetivos para análise da concessão do visto: não ter participado de golpes de estado contra a democracia e não ter tomado posições pró-racistas. Agora, a única restrição feita ao estrangeiro é ter sido condenado pela justiça local, em decisão definitiva. Mais uma vez parabenizamos Porto Claro pela medida, desta vez sem qualquer ressalva ao projeto aprovado. Artigo: A Maior Responsabilidade"O Moderador arvora-se neutro, mas essa neutralidade muitas vezes parece ser mais ou menos efetiva dependendo da pessoa com quem se trata. Vemos com certa preocupação o fato de que a Coroa Imperial muitas vezes adia ou evita a tomada de uma determinada decisão por simples medo de desagradar uma determinada pessoa ou um determinado grupo – por mais insignificante que possa ser esse grupo. Noutras vezes este mesmo Poder evoca um discurso de independência indevida, nivelando o certo com o errado e permitindo livremente que ambos se digladiem sem que seja preciso efetivamente tomar partido pelo certo – que seria, óbvio, a atitude indicada. As vítimas deste sistema perverso podem facilmente perder a motivação e, intimidadas, acabar se afastando ou reduzindo sua atividade. Exemplos não nos faltam"Publicamos hoje um artigo do colunista convidado Rodrigo Rocha. Escolhemos Rocha para ser nosso primeiro articulista de fora do blog por duas razões: ele se mostrou competentíssmo em suas recentes colunas no jornal Oráculo e daria uma opinião distinta da que o blog usuamente tem sobre micronacionalismo e Reunião. Porém, para nossa agradável surpresa, Rocha tocou num tema que nos tem sido cada vez mais caro nos últimos meses. Confira o texto na íntegra clicando aqui. [Quarta-feira, Novembro 01, 2006] Crise na Federação"Provavelmente os pessimistas de plantão poderão dizer, só lendo o título desta matéria, que a Federação estava fadada a crises, que foi um projeto mal feito e por aí vai. A grosso modo, isso não é verdade mas sim que a Federação vive realmente sua primeira grande crise. Não há um motivo específico mas, sem sombra de dúvidas, o gatilho desta crise foi a falta de participação da grande maioria dos cidadãos ibero-americanos. Não podemos negar isso".Leia a íntegra do artigo do ex-reunião José Borrás, Imperador de Andorra, na edição de hoje d´A Voz de Andorra. Outros textos do periódico também tratam sobre a crise na FIA. Yes, nós temos Wiki!Enfim Reunião cria sua enciclopédia micronacional, baseado no sistema de livre participação criado pela Wikipedia. A página está hospedada em www.micronacao.wiki.br.Chegamos em terceiro mas temos tudo para tornar a nossa (espero que em parceria com outros países) a melhor de todas. Só lembrando, antes de Reunião já havia a pioneira micropedia de Pasárgada, infelizmente hoje parada, e a stalinista microwikipídia (sic) de Pedro Aguiar e Lucas Baqueiro. A criação da wiki reuniã foi uma iniciativa de Ricardo Cochrane, Capitão de Stráussia, e surgiu sem maiores (auto) propagandas, tendo simplesmente informado o fato ontem no Chandon. A iniciativa ganhou hoje a adesão entusiasmada de Filipe Sales e também deste blog, que inclusive já escreveu algumas coisas na enciclopédia. A iniciativa, porém, somente irá prosperar com o auxílio de micronacionalistas de todas as lusófonas, aproveitando o caráter verdadeiramente livre do projeto. É uma oportunidade única de selar a paz definitiva com Porto Claro, já que este país está literamente proibido de participar da wikipídia (sic) aguiaresca. Este blog espera que os portoclarenses (e, é claro, os reuniãos, os sofistas e todos os demais) participem em peso do projeto. |
